sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Agua oxigenada


Para quem acha que agua oxigenada serve só para tingir cabelo ai vai uns benefícios

No começo do século 20, como ainda não havia antibiótico, muitos soldados morriam em decorrência de infecções. Pensando em uma solução que pudesse salvá-los, químicos começaram a colocar água em ferimentos abertos, que formavam uma espuma. Continuando as pesquisas, descobriram que essa espuma resultava da liberação de oxigênio livre e que esse oxigênio tinha a propriedade de matar as bactérias e os fungos. Assim, foi criada a 
água oxigenada em 1920.


Isso é pouco divulgado e pode-se entender o motivo.

Um produto barato e simples de usar concorre com outros desenvolvidos por laboratórios farmacêuticos e indústrias de desinfectantes domésticos e hospitalares.

Portanto, não existe interesse comercial no seu uso em larga escala.

O que se pode fazer com a água oxigenada:

Numa solução a 3%, é um dos mais potentes desinfetantes que existem.


- Uma colher de sobremesa de água oxigenada 10 volumes, usada para bochechos e mantida na boca por alguns segundos, mata todos os germes bucais, branqueando os dentes! Cuspir após o bochecho.

- Manter escovas de dentes numa solução de água oxigenada conserva as escovas livres de germes que causam gengivite e outros problemas bucais.

- Um pouco de água oxigenada num pano desinfeta superfí­cies melhor do que qualquer outro produto. Excelente para usar em cozinhas e casas de banho (banheiros).

- Passada nos pés, à noite, evita problemas de frieiras e outros fungos que causam os principais problemas nos pés, inclusive o mau cheiro (chulé).

- Passada em ferimentos (várias vezes ao dia) evita infecções e ajuda na cicatrização. Os casos de gangrena regridem com o seu uso.

Para manchas no rosto, use água oxigenada. Todas as noites, quando for dormir, molhe um algodão com ela e passe na mancha que você deseja eliminar. Se você for constante no tratamento, vai ver ótimos resultados.

- Numa mistura meio a meio com água pura, pode ser pingada no nariz em resfriados (constipações) e sinusites. Esperar alguns instantes e assoar o nariz. Mata os germes e outros microrganismos nocivos.


- Cinco gotinhas em cada ouvido impedem o aparecimento de gripes e outros problemas respiratórios. Basta pingar as gotas em um ouvido e esperar cinco minutos. Depois, repetir o procedimento no outro ouvido.

A água oxigenada também é útil para remover o tártaro dos dentes: escovam-se os dentes, de vez em quando (há quem o faça todos os dias), com a escova molhada em água oxigenada e o tártaro vai desaparecendo. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013




O que é prótese capilar
A prótese capilar é uma solução estética não-cirúrgica para calvície cujo avanço das técnicas tem proporcionado resultados agradáveis e naturais. As técnicas de próteses capilares mais modernas utilizam cabelos implantados fio por fio em película especial que é fixada na parte calva da pessoa. 
Uma prótese capilar de qualidade é feita sob medida com a cor, densidade, padrões de ondulação e textura natural do cabelo do usuário, o que torna a transição entre os cabelos imperceptível. As próteses capilares mais avançadas também permitem versatilidade no penteado do cabelo.
Aqui vai um pouco da historia ou Conselho a um careca


Em 1941, um médico americano anunciou a cura da calvície. Se gundo ele, a queda de cabelos era causada pelo excesso de camada gordurosa no couro cabeludo, o que atrapalhava a circulação sanguínea na região. Para resolver o problema, o doutor em questão começou a aplicar nos calvos que o procuravam uma injeção de cera liquida. Acreditava que, dessa forma. O sangue era separado da gordura. Além de terríveis dores de cabeça, muitos pacientes sofreram deformações assustadoras: a cera formava calombos por toda superfície do crânio. E os cabelos, é claro continuavam caindo.Esse é um dos vários casos citados pelo jornalista americano Gersh Kuntzman em Hair! Mankind’s Historíc Quest to End Baldness (Cabelo!- A Histórica Luta da Humanidade para Acabar com a Calvície), livro recém-lançado nos Estados Unidos. HISTÓRICAS não é força de expressão. Segundo as pesquisas de Kuntzman, os egípcios, gregos e romanos antigos já se desdobravam para achar um meio de dirimir o mal.
Da leitura do livro salta uma verdade cabeluda: juntamente com seu patrimônio capilar, muitos homens costumam perder a noção de ridículo Veja-se o exemplo do romano Julio César. Todas as manhãs, ele se entregava ao ritual de pentear por cima do cocuruto  desmatado os fios compridos que lhe creciam nas laterais da cabeça.
Até tu, Júlio? Pois é. Mais de 2000 anos depois, ainda há gente que tenta disfarçar a careca à la César. Não há nada mais patético. Mentira: existe, sim.
São as perucas e os implantes com aparência de horta recém-plantada. O mundo, convenhamos, seria um lugar bem pior  se calvos ilustres da história  recente tivessem lançado mão desses paliativos. Um Carlos Drummond de Andrade certamente não teria a mesma grandeza, se usasse um chinó. Com certeza, os críticos enxergariam seus versos com outros olhos. Na linha contrária, alguém poderia argumentar que kadafi, o ditador líbio, passou a inspirar menos medo depois que se soube que havia se submetido a implante. O.K., então fica combinado que só os vilões podem freqüentar hair centers ou coisa que o valha e, assim, melhorar o mundo.
“Quem é calvo por natureza em tempo nenhum recupera o cabelo”, escreveu William Shakespeare em a comédia dos erros. A constatação, diga-se, é fruto de sua própria experiência, como da pra verificar pelos retratos do barbo inglês legados à prosperidade. Ele também registrou na mesma peça que “o que o tempo nega aos homens em cabelo dá-lhes em inteligência”. Trata-se de uma atitude típica dos calvos em geral, essa de transformar o seu handicap em  vantagem. Quando se sente ferido em sua dignidade, um vá lá, digamos com toda as letras careca mais letrados e sai com a máxima de que a calvície é sinal de inteligência luminosa. O crítico americano H.L. Mencken, por exemplo, defendia essa superioridade intelectual com base numa lista recheada de homens dotados de região glabra (nome cientifíco da coisa): o filósofo grego Aristóteles, o próprio Shakespeare e o cientista italiano Galileu Galilei, entre outros. A base cientifica de tal afirmação é tão consistente quanto os efeitos da babosa sobre os fios enfraquecidos. Ou seja, nula.
Os menos intelectuados, por sua vez, partem logo para a tese da marchinha carnavalesca, que infelizmente não consta da obra de Kuntzman. “É dos carecas que elas gostam mais”, cantarolam. Há controvérsias sobre esse ponto, assim como também sobre a originalidade dos calvos que gostam da música.
A calvície deixa mesmo desorientados os seus portadores (“portador” é forte, eu sei mas é uma palavra adequada). Há relatos de carecas que plantam bananeira para que o sangue circule melhor na cabeça e, conseqüentemente, os folículos sejam estimulados. Outros fazem massagem com atenção desentupidora de pia, na esperança de que os cabelos brotem por sucção. De onde surgiram essas teses? Da região glabra de algum desesperado, é claro, Ainda que a calvície se instale precocemente, ela é sempre sinal de que a juventude ficou pra traz. Que atitude tomar diante desse fato inelutável? A mais digna. Ostentar com orgulho uma vasta e frondosa calvície. Nos dias que correm, você, careca, pode até fingir que se trata de uma opção, como a do ex-jogador de basquete Michael Jordan.




O que já se disse a respeito do tema



  • Um papiro do Egito antigo prescreve a seguinte cura para a calvície: uma pomada feita com gorduras de leão, hipopótamo, crocodilo, gato, cobra e bode.
Outra receita dessa época é uma mistura de patas de cachorro, restos de tâmaras e casco de asno.
  • A rainha Cleópatra tentou curar a careca do romano Júlio César com um bálsamo de ratos queimados, dente de cavalo, gordura de urso e medula de veado. Em vão.
  • Para o poeta romano Ovídio, a calvície era sinônimo de feiúra . “Feio é um campo sem grama, uma planta sem folhas, uma cabeça sem cabelos”, diz um de seus versos.
  • O grego Hipócrates, ele próprio um careca, indicava um cataplasma com cominho, fezes de pombo, rábano silvestre e raiz de beterraba.
  • O médico grego galeano afirmava que calvície era causada pela ingestão de cogumelos.
  • No século XVI, o estudioso Hieronymus Mercuria escreveu que a responsável pela queda de cabelos era uma umidade radical que se forma no couro cabeludo.
  • Ao observar que na parte de trás da cabeça o cabelo não costuma cair, teóricos do século XIX creditaram ao uso de chapéus e capacetes o surgimento da calvície.
  • Em 1922, um moralista chegou a afirmar que a masturbação era a culpada os esforços de imaginação que a atividade exige seriam os responsáveis pela queda de cabelo.
  • Na década de quarenta um charlatão americano prometia curar a calvície com uma injeção de cera líquida no couro cabeludo do paciente. A maior parte dos que acreditaram nele acabou deformada.
  • O magnata John Rockefeller  tentou de tudo para curar sua calvície. Até enxofre. Só recuperou a auto estima quando começou a usar perucas.
O escritor Bernad Shaw dizia que calvície e capitalismo tem tudo a ver. Para ele sobra de cabelo nas laterais da cabeça e falta na parte de cima era sinal de opulência mal distribuída.